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Carry trade em mercados emergentes atinge maior sequência desde 2008

Estratégia de carry trade impulsiona ativos de países em desenvolvimento, registrando o período de alta mais longo em 16 anos.

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23/08 às 10:01

Pontos principais

  • A gestora de ativos PGIM, que administra 1,5 trilhão de dólares, aponta o carry trade como sua estratégia de maior convicção.
  • O mercado de dívida de países emergentes vive sua sequência de valorização mais longa desde a crise financeira de 2008.
  • Cathy Hepworth, líder da equipe de dívida de mercados emergentes da PGIM, destaca a resiliência dessa modalidade de investimento.

O mercado de ativos em países em desenvolvimento atravessa um momento de otimismo, registrando sua maior sequência de alta desde 2008. Segundo a gestora de ativos PGIM, que possui 1,5 trilhão de dólares sob gestão, o carry trade consolidou-se como a estratégia de maior convicção para investidores institucionais no cenário atual. A prática consiste em tomar empréstimos em moedas com taxas de juros baixas para investir em ativos de países que oferecem retornos mais elevados, aproveitando o diferencial de juros entre as nações. Cathy Hepworth, chefe da equipe de dívida de mercados emergentes da PGIM, reforça que a persistência dessa tendência reflete a busca por rendimento em um ambiente global complexo. Esse movimento indica uma confiança renovada nos mercados emergentes, que têm atraído capital estrangeiro em busca de melhores margens de lucro em comparação aos mercados desenvolvidos.

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