Governador de Sinaloa retoma cargo após 112 dias sob investigação
Rubén Rocha Moya reassume o governo de Sinaloa após licença, em meio a acusações dos EUA por supostos vínculos com o cartel de El Chapo.
Pontos principais
- Rubén Rocha Moya retornou ao governo de Sinaloa após 112 dias de afastamento para investigações.
- O governador é alvo de pedido de prisão e extradição pelos Estados Unidos por suposta conspiração com cartéis.
- As acusações envolvem vínculos com o grupo de Joaquín “El Chapo” Guzmán e relatos de Ismael “Mayo” Zambada.
- Rocha nega as alegações, classificando-as como motivações políticas sem provas concretas.
- O caso pressiona a presidente Claudia Sheinbaum na gestão da relação diplomática com o governo Trump.
O governador de Sinaloa, Rubén Rocha Moya, retomou suas funções oficiais após 112 dias de licença. O político é alvo de um pedido de prisão e extradição emitido pela Justiça dos Estados Unidos, tornando-se o primeiro governador mexicano em exercício a enfrentar tal medida sob a acusação de conspiração com cartéis de drogas, incluindo o grupo liderado por Joaquín “El Chapo” Guzmán. Rocha nega veementemente as alegações, sustentando que as investigações carecem de provas e possuem caráter político. O retorno ao cargo coloca a presidente Claudia Sheinbaum em uma posição delicada, equilibrando a estabilidade do partido Morena com as crescentes exigências de cooperação do governo de Donald Trump. A permanência do governador no poder intensifica as tensões diplomáticas e desafia a colaboração bilateral no combate ao crime organizado transnacional.
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