Ricardo Salles defende anistia para condenados pelo 8 de janeiro
Candidato ao Senado por São Paulo, Ricardo Salles reafirma pauta conservadora e critica lideranças políticas de seu próprio partido.
Pontos principais
- Ricardo Salles define-se como liberal na economia e conservador nos costumes.
- O deputado defende a anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023.
- Salles classificou a invasão às sedes dos Três Poderes como uma baderna, descartando a tese de tentativa de golpe.
- O candidato criticou publicamente Valdemar da Costa Neto e André do Prado por divergências ideológicas.
- Salles negou irregularidades na operação Akuanduba e afirmou que os processos judiciais foram julgados improcedentes.
O deputado federal Ricardo Salles, pré-candidato ao Senado por São Paulo, reforçou sua identidade política como um expoente da direita brasileira. Em declarações recentes, o parlamentar defendeu a anistia para os condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023, minimizando a gravidade dos eventos ao classificá-los como uma baderna, em vez de uma tentativa de golpe de Estado. A postura de Salles marca um distanciamento estratégico de lideranças do PL, como o presidente da legenda, Valdemar da Costa Neto, e o presidente da Alesp, André do Prado, cujas credenciais conservadoras foram questionadas pelo deputado. Além de atacar adversários políticos, como as ministras Simone Tebet e Marina Silva, Salles aproveitou o espaço para rebater acusações sobre a operação Akuanduba, sustentando que as investigações contra ele foram injustas e já encerradas pelo Judiciário.
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