Tarcísio critica candidaturas de Marina e Tebet ao Senado por São Paulo
Governador questiona legitimidade das candidatas por não serem paulistas, enquanto Fernando Haddad alerta para risco de milícias no interior do estado.
Pontos principais
- Tarcísio de Freitas afirmou que Marina Silva e Simone Tebet receberam um 'cartão vermelho' em seus estados de origem.
- O governador questionou a falta de vínculo político das candidatas com São Paulo, apesar de ele próprio ser natural do Rio de Janeiro.
- Marina Silva classificou as críticas de Tarcísio como misóginas e destacou a trajetória de ambos no estado.
- Fernando Haddad criticou a gestão de segurança pública de Tarcísio e alertou para o perigo de milícias no interior paulista.
- A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo rebateu Haddad citando a redução de roubos de carga e investimentos em inteligência.
- Em Minas Gerais, o PT busca um novo nome para o governo após a desistência de Rodrigo Pacheco, com Marília Campos descartando sua candidatura.
O cenário político em São Paulo está marcado por um intenso debate sobre domicílio eleitoral e segurança pública. O governador Tarcísio de Freitas questionou a legitimidade das pré-candidaturas ao Senado de Marina Silva e Simone Tebet, argumentando que ambas não possuem histórico político no estado. A declaração gerou reações, com Marina Silva classificando a postura do governador como misógina e apontando a contradição de Tarcísio, que também é natural do Rio de Janeiro e mudou seu domicílio eleitoral para se eleger em São Paulo. As duas candidatas lideram as intenções de voto para a vaga no Senado, superando os nomes apoiados pelo governo estadual.
Paralelamente, o pré-candidato ao governo Fernando Haddad elevou o tom das críticas à gestão de Tarcísio, alertando para o risco de expansão de milícias no interior paulista devido a falhas na segurança pública. A Secretaria da Segurança Pública do estado negou as acusações, defendendo a eficácia de suas políticas de inteligência e a queda nos índices de roubo de carga. Enquanto isso, em Minas Gerais, o PT enfrenta desafios para definir sua estratégia eleitoral após a desistência de Rodrigo Pacheco, com lideranças locais como Marília Campos defendendo a construção de uma frente ampla em vez de uma candidatura própria do partido.
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