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Tarcísio critica candidaturas de Marina e Tebet ao Senado por SP

Governador questiona legitimidade das ex-ministras em São Paulo, enquanto o PT busca nomes para a disputa ao governo de Minas Gerais.

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Foto: G1 Política
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08/07 às 14:45 · atualizado há 54min

Pontos principais

  • Tarcísio de Freitas classificou Marina Silva e Simone Tebet como 'forasteiras' e afirmou que ambas foram rejeitadas em seus estados de origem.
  • Marina Silva rebateu as críticas, apontando misoginia e lembrando que o próprio Tarcísio nasceu no Rio de Janeiro antes de se eleger em São Paulo.
  • Marília Campos descartou candidatura ao governo de Minas Gerais e criticou a demora do PT em definir uma estratégia após a saída de Rodrigo Pacheco.
  • O PT avalia nomes como Reginaldo Lopes e Rogério Correia para a disputa mineira, enquanto Marília defende a formação de uma frente ampla.

O cenário político brasileiro apresenta movimentações intensas tanto em São Paulo quanto em Minas Gerais. Em São Paulo, o governador Tarcísio de Freitas iniciou um embate contra as pré-candidaturas ao Senado de Marina Silva e Simone Tebet. Tarcísio questionou a legitimidade das ex-ministras, argumentando que elas não possuem histórico político no estado e teriam sido rejeitadas em suas regiões de origem. Em resposta, Marina Silva classificou a postura do governador como misógina, destacando que o próprio Tarcísio, nascido no Rio de Janeiro, também alterou seu domicílio eleitoral para viabilizar sua carreira política em São Paulo. Atualmente, as duas candidatas lideram as intenções de voto para as vagas ao Senado no estado.

Simultaneamente, em Minas Gerais, o Partido dos Trabalhadores enfrenta um impasse na sucessão estadual. A ex-prefeita de Contagem, Marília Campos, oficializou que não será candidata ao governo, classificando o tema como uma página virada. A parlamentar criticou abertamente a condução do processo pelo PT e pelo presidente Lula, que aguardaram por muito tempo uma definição do senador Rodrigo Pacheco, que acabou desistindo da carreira política. O partido agora busca novos nomes, como Reginaldo Lopes e Rogério Correia, embora Marília defenda a construção de uma frente ampla em vez de uma candidatura própria da sigla para o pleito mineiro.

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