Governo Trump permite que condenados recuperem direito a armas
Nova regra do Departamento de Justiça reverte proibição de 32 anos, permitindo que ex-presidiários solicitem a restauração do porte de armas.
Pontos principais
- O Departamento de Justiça dos EUA autorizou condenados a solicitarem a recuperação do direito de possuir armas de fogo.
- A medida reverte uma proibição federal que estava em vigor desde 1992.
- Estimativas indicam que até 1 milhão de pessoas podem buscar a restauração do direito anualmente.
- Condenados por crimes violentos, sexuais e imigrantes irregulares continuam proibidos de portar armas.
- A procuradora de Indultos, Liz Oyer, foi demitida após se opor à implementação da nova diretriz.
O governo do presidente Donald Trump estabeleceu uma nova diretriz que permite a ex-presidiários e condenados solicitarem a recuperação do direito de possuir armas de fogo, encerrando uma proibição federal vigente desde 1992. Segundo o procurador-geral Todd Blanche, a iniciativa visa assegurar o pleno exercício de um direito constitucional, com cada requerimento passando por uma revisão individualizada. A mudança exclui explicitamente indivíduos condenados por crimes violentos ou sexuais, bem como imigrantes em situação irregular. A implementação da medida gerou controvérsia interna, culminando na demissão da procuradora de Indultos, Liz Oyer, que se recusou a executar a ordem por preocupações com a segurança pública. Enquanto defensores da Segunda Emenda celebram a decisão, organizações como a Brady United alertam para os riscos potenciais à segurança, projetando que o volume de pedidos pode alcançar 1 milhão de pessoas por ano.
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