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Startup de Phoebe Gates é acusada de inflar receitas ilegalmente

Investigação aponta que a Phia utilizou a prática de cookie stuffing para manipular comissões, com conhecimento das fundadoras.

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Foto: Época Negócios
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18/08 às 13:04

Pontos principais

  • A startup Phia utilizou mecanismos de cookie stuffing para reivindicar comissões de vendas que não foram geradas pela plataforma.
  • Mensagens internas revelam que Phoebe Gates e Sophia Kianni tinham ciência das irregularidades desde dezembro de 2025.
  • A empresa havia atribuído a prática a um erro técnico, versão desmentida por apuração da Bloomberg.
  • A rede de afiliados Impact.com suspendeu a startup após a descoberta da fraude.
  • A receita diária da empresa sofreu queda acentuada, passando de US$ 80 mil para patamares entre US$ 10 mil e US$ 28 mil.

A startup Phia, cofundada por Phoebe Gates e Sophia Kianni, está sob investigação após a descoberta de que utilizava a prática de cookie stuffing para inflar artificialmente suas receitas. A técnica permitia que a empresa registrasse cookies de rastreamento em navegadores de usuários sem qualquer interação com links afiliados, garantindo comissões indevidas. Embora a startup tenha alegado inicialmente que o problema decorria de uma falha técnica recente, mensagens internas indicam que as fundadoras tinham conhecimento do esquema desde dezembro de 2025. A revelação levou à suspensão da empresa pela rede de afiliados Impact.com e causou uma queda drástica no faturamento diário da startup, que despencou de US$ 80 mil para valores significativamente menores. O caso levanta questionamentos sobre a governança e a transparência da gestão da empresa diante de seus parceiros comerciais.

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