Mulheres migrantes denunciam assédio sexual em Ceuta
Migrantes acampadas em Ceuta relatam episódios de assédio sexual enquanto aguardam registro oficial em condições precárias.
Pontos principais
- Mulheres que entraram em Ceuta em 30 de julho denunciam casos de assédio sexual.
- O grupo vive ao relento em área próxima ao centro de recepção de migrantes.
- O centro de acolhimento opera com 700 pessoas, excedendo sua capacidade em 200 vagas.
- A falta de infraestrutura adequada aumenta a vulnerabilidade de mulheres em trânsito.
Mulheres migrantes que chegaram a Ceuta, enclave espanhol no Norte da África, no dia 30 de julho, relataram sofrer assédio sexual enquanto aguardam o processo de registro oficial. O grupo, que vive em condições precárias ao relento em uma área arborizada próxima ao centro de recepção do governo, descreve um ambiente de medo e insegurança constante. A situação é agravada pela superlotação do centro de acolhimento, que atualmente abriga cerca de 700 pessoas, superando sua capacidade em 200 vagas. Esse cenário evidencia a vulnerabilidade extrema de mulheres em deslocamento nas fronteiras espanholas, onde a falta de infraestrutura adequada e a demora nos trâmites burocráticos expõem esse grupo a riscos graves de violência e abusos enquanto aguardam uma solução para sua situação migratória.
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