Empresas do agronegócio ampliam investimentos em tecnologia e inovação
Grandes players do setor investem em IA, biotecnologia e PD&I para elevar a produtividade e enfrentar desafios operacionais no campo brasileiro.
Pontos principais
- Cargill utiliza inteligência artificial e análise de microbioma para desenvolver soluções integradas de nutrição animal.
- São Martinho aumentou em 75% o aporte em PD&I, com foco em etanol de milho, biometano e eficiência operacional via IA.
- Ourofino destina até 8% de sua receita líquida para o desenvolvimento de vacinas e ectoparasiticidas.
- Corteva expandiu centros de pesquisa em Mogi Mirim e Palmas, priorizando automação e robótica para proteção de cultivos.
- Syngenta foca no lançamento global de tecnologias de baixo impacto ambiental para combater a resistência de plantas daninhas.
Grandes empresas do agronegócio brasileiro estão intensificando os investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) para otimizar a produtividade e superar desafios sanitários e operacionais. O movimento reflete uma busca por maior eficiência através da adoção de tecnologias avançadas, como inteligência artificial, automação e robótica. Enquanto companhias como a Cargill e a São Martinho integram IA em seus processos produtivos e operacionais, outras, como a Ourofino e a Corteva, concentram esforços em biotecnologia e infraestrutura laboratorial para o aprimoramento de insumos e proteção de cultivos. Esse cenário demonstra uma tendência de modernização do setor, onde a ciência aplicada e o desenvolvimento de soluções de baixo impacto ambiental tornam-se pilares estratégicos para garantir a competitividade e a sustentabilidade da produção agrícola nacional frente às demandas globais.
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