Empresa propõe uso de robôs humanoides para patrulhar fronteira dos EUA
A startup Foundation sugere o uso de robôs humanoides para vigilância na fronteira entre EUA e México, mas governo nega contratos formais.
Pontos principais
- A empresa Foundation busca utilizar o robô humanoide Phantom para reconhecimento e vigilância em áreas remotas da fronteira.
- O CEO Sankaet Pathak afirma ter demonstrado a tecnologia ao Departamento de Segurança Interna, que nega qualquer parceria ou projeto-piloto.
- Os robôs operariam de forma autônoma na detecção de atividades, mantendo a decisão de intervenção sob responsabilidade de agentes humanos.
- A empresa planeja desenvolver uma versão do robô com maior resistência climática para operações externas prolongadas.
- A Foundation declarou estar disposta a equipar as unidades com armamento caso receba uma solicitação oficial do governo federal.
A startup de robótica Foundation apresentou uma proposta para integrar robôs humanoides, conhecidos como Phantom, nas operações de vigilância da fronteira entre os Estados Unidos e o México. Segundo a empresa, a tecnologia seria voltada para o reconhecimento de áreas de difícil acesso, operando de maneira autônoma para identificar atividades suspeitas, enquanto a decisão final sobre qualquer intervenção permaneceria com agentes humanos. Embora o CEO Sankaet Pathak tenha confirmado a demonstração da tecnologia ao Departamento de Segurança Interna (DHS), o órgão governamental negou a existência de contratos ou projetos-piloto em curso. A iniciativa levanta debates sobre o futuro da automação na segurança pública, especialmente após a empresa sinalizar abertura para equipar os robôs com armas, caso haja demanda do governo federal para reforçar o controle migratório.
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