Brasil registra menor número de casos de malária desde 1978
Uso de dose única de tafenoquina no SUS e ações em áreas indígenas levaram a uma queda histórica de 30% nas mortes pela doença em 2025.
Pontos principais
- O país atingiu o menor índice de infecções por malária desde 1978.
- A introdução da tafenoquina no SUS em 2024 reduziu significativamente as recaídas da doença.
- Óbitos por malária no território Yanomami caíram mais de 70% com novas estratégias de tratamento.
- O Ministério da Saúde ampliou a oferta de tafenoquina para crianças a partir de 2 anos em março de 2026.
- O governo reforçou a vacinação contra o sarampo após a notificação de 38 casos importados no país.
O Brasil alcançou um marco histórico no combate à malária, registrando em 2025 o menor número de casos desde 1978 e uma redução de 30% no total de mortes. Segundo o Ministério da Saúde, o sucesso é atribuído à implementação da tafenoquina no SUS em 2024, um medicamento de dose única que se mostrou fundamental para evitar recaídas. A eficácia do tratamento, combinada com ações de recuperação nutricional, foi especialmente notável no território Yanomami, onde a mortalidade pela doença caiu mais de 70%. Em março de 2026, a pasta expandiu o acesso ao fármaco para crianças a partir de 2 anos. Paralelamente, o ministro Alexandre Padilha anunciou o reforço na vacinação contra o sarampo, medida preventiva adotada após a identificação de 38 casos importados da doença em território nacional.
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