Governo Trump autoriza empresas dos EUA a realizar ataques cibernéticos
Nova estratégia permite que companhias privadas ataquem grupos criminosos sob supervisão federal para combater ameaças cibernéticas.
Pontos principais
- Empresas americanas podem destruir ou interromper sistemas de cibercriminosos mediante autorização governamental.
- A participação exige avaliação prévia e assinatura de contratos com multas de US$ 1 milhão por violações.
- Operações que envolvam risco de morte, ferimentos ou uso de força armada estão proibidas.
- A medida aproxima os EUA de modelos de cibersegurança usados por países como China e Rússia.
O governo do presidente Donald Trump anunciou uma mudança significativa na política de cibersegurança dos Estados Unidos ao autorizar empresas privadas a realizarem operações ofensivas contra grupos criminosos. Sob a nova diretriz, companhias podem interromper ou destruir sistemas de hackers, desde que recebam aprovação federal e cumpram protocolos rigorosos. A iniciativa visa fortalecer a resposta do país a ameaças digitais, exigindo que as empresas passem por avaliações prévias e aceitem multas de US$ 1 milhão em caso de descumprimento das normas estabelecidas. Embora o governo restrinja ações que possam causar danos físicos ou violar o direito internacional, especialistas alertam para os riscos de escalada de conflitos e dificuldades na atribuição de autoria dos ataques. A estratégia marca uma aproximação do modelo americano com práticas estatais de segurança nacional observadas em nações como China e Rússia.
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