Chuva de meteoros Perseidas atinge pico e ilumina céus pelo mundo
O fenômeno astronômico ocorreu em agosto de 2026, com detritos do cometa 109P/Swift-Tuttle criando rastros luminosos visíveis em diversos países.
Pontos principais
- A chuva de meteoros foi causada pela passagem da Terra pela trilha de detritos do cometa 109P/Swift-Tuttle.
- Os meteoros entraram na atmosfera a uma velocidade média de 59 km/s, gerando rastros visíveis a olho nu.
- O pico do evento astronômico sucedeu um eclipse solar total observado no hemisfério norte.
- Registros fotográficos foram feitos em países como Estados Unidos, China, Irã e Espanha.
- A Terra segue atravessando a zona de detritos do cometa até o dia 24 de agosto de 2026.
A chuva de meteoros Perseidas atingiu seu ápice em agosto de 2026, proporcionando um espetáculo astronômico observado globalmente. O fenômeno ocorre anualmente quando a Terra cruza a trilha de detritos deixada pelo cometa 109P/Swift-Tuttle. Ao atingirem a atmosfera terrestre a uma velocidade média de 59 km/s, os fragmentos se desintegram, criando rastros luminosos que puderam ser vistos a olho nu em diversas regiões do planeta. O evento deste ano ganhou destaque por ter ocorrido poucas horas após um eclipse solar total visível no hemisfério norte, atraindo a atenção de fotógrafos profissionais e entusiastas em países como Macedônia, Irã, Israel, Estados Unidos, Espanha, Turquia e China. Embora o pico tenha passado, a Terra continuará atravessando a trilha de detritos do cometa até o dia 24 de agosto, mantendo a possibilidade de observação de meteoros residuais.
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