WestJet pagará 4,5 milhões de dólares canadenses em acordo de assédio
Companhia aérea encerra ação coletiva de uma década movida por comissárias de bordo sobre falhas na segurança do ambiente de trabalho.
Pontos principais
- O acordo de 4,5 milhões de dólares canadenses encerra um processo judicial iniciado há dez anos.
- A ação coletiva foi motivada por denúncias de falhas da WestJet em garantir um ambiente de trabalho seguro.
- O caso teve origem no relato de Mandalena Lewis, ex-funcionária que denunciou agressão sexual por parte de um piloto.
- A empresa foi acusada de manter o agressor em atividade mesmo após as denúncias, expondo outras funcionárias a riscos.
A companhia aérea canadense WestJet aceitou pagar 4,5 milhões de dólares canadenses para encerrar uma ação coletiva que tramitava há uma década na justiça. O processo foi movido por comissárias de bordo que alegaram negligência da empresa em relação à segurança no ambiente de trabalho. A disputa judicial ganhou notoriedade após a denúncia de Mandalena Lewis, uma ex-funcionária que relatou ter sofrido agressão sexual por parte de um piloto da companhia. Segundo as alegações, a empresa falhou ao não tomar medidas adequadas após as denúncias, permitindo que o agressor continuasse em suas funções e expondo outras colaboradoras a situações de risco. O desfecho marca o encerramento de um dos casos de assédio mais longos e emblemáticos da história da aviação no Canadá, destacando a pressão por mudanças nas políticas internas de proteção aos funcionários.
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