CEO da Sweetgreen diz que surto de ciclospora afetou vendas da rede
Jonathan Neman afirmou que o surto de ciclospora impactou o faturamento da empresa, apesar de a rede não utilizar o alface afetado em seus pratos.
Pontos principais
- O CEO da Sweetgreen, Jonathan Neman, relatou impacto negativo nas vendas devido ao surto de ciclospora.
- A empresa esclareceu que não utiliza alface iceberg, tipo de vegetal associado à contaminação, em seus restaurantes.
- A FDA confirmou que o consumo de alface americana é seguro após as investigações sobre o surto.
- A declaração foi feita em entrevista à Bloomberg para esclarecer a situação da cadeia de suprimentos da marca.
O CEO da Sweetgreen, Jonathan Neman, afirmou que a rede de restaurantes sofreu impactos negativos em suas vendas recentes devido ao surto de ciclospora nos Estados Unidos. Embora a empresa tenha mantido sua cadeia de suprimentos intacta e livre do patógeno, a percepção pública sobre o consumo de alface acabou afetando o desempenho comercial da companhia. Neman reforçou que a Sweetgreen não utiliza alface iceberg em seus estabelecimentos, produto que foi o foco das preocupações sanitárias iniciais. A declaração surge em um momento em que a FDA, agência reguladora americana, já declarou que o consumo de alface americana é seguro novamente. O caso ilustra como crises de segurança alimentar podem gerar efeitos colaterais no setor de alimentação, mesmo para empresas que não foram diretamente envolvidas na contaminação, evidenciando a sensibilidade do consumidor a alertas de saúde pública.
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