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Clubes da Premier League substituem apostas por fintechs e fundos

A partir da temporada 2026/2027, a proibição de patrocínios de apostas na frente das camisas altera o perfil comercial dos clubes ingleses.

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Foto: Máquina do Esporte
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10/08 às 15:15

Pontos principais

  • A Premier League proibirá a exibição de marcas de jogos de azar na parte frontal das camisas a partir da temporada 2026/2027.
  • O espaço publicitário está sendo preenchido por fintechs, fundos soberanos e empresas de software.
  • Parcerias como Crystal Palace com a Temporal e Everton com a CMC Markets ilustram a nova tendência de mercado.
  • Projeções da Nielsen indicam que empresas de infraestrutura de software devem dominar os patrocínios até 2028.

Os clubes da Premier League estão em processo de transição em seus modelos de patrocínio, antecipando a proibição coletiva que impedirá a exibição de marcas de apostas na parte frontal das camisas a partir da temporada 2026/2027. O vácuo deixado pelas casas de apostas tem sido ocupado por empresas de tecnologia, fintechs e fundos soberanos, diversificando as fontes de receita das equipes inglesas. Exemplos recentes incluem o Crystal Palace com a Temporal, o Aston Villa com a Visit Rwanda e o Everton com a CMC Markets. A mudança reflete uma pressão regulatória crescente no Reino Unido, onde o governo avalia restrições adicionais ao setor de jogos. Segundo dados da Nielsen, a tendência é que empresas de infraestrutura de software se consolidem como a categoria dominante de patrocínio no futebol inglês até 2028, marcando uma nova era de parcerias corporativas no esporte.

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