China usa inteligência artificial para monitorar peixes no Tibete
Sistema de reconhecimento facial automatiza a contagem de espécies migratórias na Usina Hidrelétrica de Zangmu para auxiliar na conservação local.
Pontos principais
- A tecnologia foi instalada na Usina Hidrelétrica de Zangmu, no maior rio do Tibete.
- O sistema de IA substitui a contagem manual, permitindo monitoramento ininterrupto.
- A ferramenta identifica espécies nativas da região enquanto atravessam a escada de peixes da barragem.
- O projeto visa aprimorar a preservação da biodiversidade aquática na área.
A China implementou um sistema avançado de reconhecimento facial baseado em inteligência artificial na Usina Hidrelétrica de Zangmu, localizada no maior rio do Tibete. A tecnologia foi desenvolvida para monitorar automaticamente o fluxo de espécies de peixes migratórios que utilizam a escada de peixes da barragem de 116 metros de altura. Anteriormente, o controle populacional era realizado por meio de contagem manual, um processo que demandava grande esforço humano e apresentava limitações operacionais. Com a nova solução, o monitoramento ocorre de forma automatizada e contínua, 24 horas por dia. A iniciativa é considerada um passo importante para a conservação da biodiversidade aquática na região autônoma do Tibete, permitindo que autoridades ambientais coletem dados precisos sobre o comportamento das espécies nativas em um ecossistema sensível e de difícil acesso.
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