Zimbábue limita suporte estatal para compra de ouro a US$ 300 milhões
O governo do Zimbábue estabeleceu um teto de US$ 300 milhões para o suporte à compra de ouro em 2026, visando maior controle fiscal.
Pontos principais
- O limite de US$ 300 milhões foi comunicado oficialmente ao Fundo Monetário Internacional (FMI).
- A medida integra a estratégia de gestão monetária e fiscal do país para o ano corrente.
- O esquema de apoio estatal passará por uma revisão formal durante o orçamento de 2027.
- A decisão reflete o esforço do governo zimbabuano em equilibrar suas contas públicas.
O governo do Zimbábue informou ao Fundo Monetário Internacional (FMI) que estabeleceu um teto de US$ 300 milhões para o suporte estatal destinado à compra de ouro ao longo de 2026. A decisão faz parte de uma estratégia mais ampla de gestão fiscal e monetária, buscando maior controle sobre os gastos públicos e a estabilidade econômica do país. Segundo as autoridades econômicas locais, o programa de apoio passará por uma revisão formal durante o processo de elaboração do orçamento nacional de 2027, permitindo ajustes conforme o cenário macroeconômico. A medida é vista como um passo importante para a disciplina orçamentária, alinhando as operações de compra de metais preciosos às metas fiscais estabelecidas pelo governo zimbabuano em suas negociações com organismos internacionais.
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