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Micro-lags em notebooks custam 31 mil horas de trabalho por ano

Pesquisa da Qualcomm aponta que atrasos técnicos em computadores reduzem a produtividade e sugere a adoção de PCs com inteligência artificial.

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Foto: Times Brasil
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08/08 às 06:00

Pontos principais

  • Funcionários perdem, em média, 15 minutos diários devido a falhas técnicas e micro-lags.
  • Empresas com 500 colaboradores podem perder mais de 31 mil horas anuais por interrupções.
  • A Qualcomm defende o uso de processadores Snapdragon com NPU para mitigar atrasos.
  • Recursos de IA local e conectividade permanente buscam aumentar a fluidez operacional.

Uma pesquisa recente da Qualcomm revelou que os chamados micro-lags — pequenos atrasos de desempenho em notebooks — geram um custo invisível significativo para as empresas. O estudo estima que cada funcionário perca cerca de 15 minutos por dia devido a falhas técnicas, o que, em uma organização com 500 colaboradores, resulta em um prejuízo superior a 31 mil horas de trabalho anuais. Para mitigar esse impacto, a fabricante defende a transição para notebooks equipados com processadores Snapdragon e unidades de processamento neural (NPU). Segundo Luiz Tonisi, executivo da empresa, a nova geração de PCs com inteligência artificial integrada visa eliminar atritos na rotina digital, oferecendo maior eficiência energética e processamento local. A proposta é que a tecnologia de IA reduza as interrupções, garantindo uma experiência de uso mais fluida e produtiva para os profissionais.

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