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Ações da Smart Fit caem 8% após balanço, apesar de alta na receita

O CEO Diogo Corona atribui a queda das ações a uma percepção equivocada do mercado sobre a diversificação internacional e o ecossistema da empresa.

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Foto: InfoMoney
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08/08 às 08:01

Pontos principais

  • As ações da Smart Fit (SMFT3) recuaram quase 8% após a divulgação dos resultados trimestrais.
  • A companhia registrou um crescimento de 22% na receita líquida e margem EBITDA recorde de 32,7%.
  • O CEO Diogo Corona afirma que o mercado ignora a relevância das operações internacionais, que já representam metade dos resultados.
  • O agregador Total Pass é apontado pela gestão como um hedge natural contra a volatilidade das academias físicas.
  • A empresa mantém foco na expansão internacional, com atenção especial ao mercado argentino.

A Smart Fit enfrentou uma reação negativa do mercado após a divulgação de seu último balanço trimestral, com as ações da companhia (SMFT3) registrando uma queda de quase 8%. O movimento ocorreu mesmo com a empresa reportando um crescimento de 22% na receita líquida e atingindo uma margem EBITDA recorde de 32,7%. Segundo o CEO Diogo Corona, o desempenho das ações reflete uma visão distorcida dos investidores, que ainda precificam a rede como uma operação puramente brasileira, ignorando sua crescente diversificação geográfica e de negócios.

Atualmente, mais da metade dos resultados da Smart Fit provêm de operações fora do Brasil. A gestão defende que a estratégia de ecossistema, impulsionada pelo agregador Total Pass, funciona como um hedge natural para mitigar a volatilidade das unidades físicas. A companhia segue com planos de expansão internacional, priorizando mercados como a Argentina enquanto monitora a saturação em outros países da América Latina.

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