Como a LEV superou incêndio para faturar R$ 280 milhões
Após perder toda a estrutura em 2015, a fabricante de bicicletas elétricas LEV profissionalizou sua gestão e projeta faturar R$ 280 milhões em 2026.
Pontos principais
- Um incêndio destruiu a sede, o estoque e os equipamentos da LEV no Rio de Janeiro em 2015.
- Sem cobertura de seguro, os fundadores Bruno e Rodrigo Affonso optaram por reconstruir a empresa do zero.
- A reestruturação incluiu a dedicação exclusiva dos sócios e a expansão das operações de fabricação na China.
- Atualmente, a rede conta com mais de 45 lojas próprias em território nacional.
- A companhia estima atingir um faturamento de R$ 500 milhões até o ano de 2027.
A trajetória da LEV, empresa brasileira de bicicletas elétricas, tornou-se um caso de resiliência empresarial após um incêndio devastador em 2015 consumir toda a sua operação no Rio de Janeiro. Sem seguro para cobrir os prejuízos, os fundadores Bruno e Rodrigo Affonso decidiram reconstruir o negócio, processo que impulsionou uma profissionalização profunda da gestão. O episódio marcou uma transição estratégica, com Rodrigo deixando a advocacia para focar na empresa e Bruno intensificando a logística de produção na China. Hoje, a marca consolidou-se como uma rede nacional com mais de 45 lojas próprias. Com o modelo de negócio fortalecido, a companhia projeta um faturamento de R$ 280 milhões para 2026, com a meta ambiciosa de alcançar R$ 500 milhões até 2027, consolidando sua posição no mercado de mobilidade urbana.
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