Autoridades do México e Brasil questionam Sony sobre fim da mídia física
Políticos investigam a Sony por práticas que limitam o acesso de consumidores a jogos digitais e apontam riscos de monopólio na plataforma PlayStation.
Pontos principais
- Autoridades mexicanas denunciaram a Sony à Comissão Nacional de Antitruste por restrição aos direitos dos consumidores.
- A deputada brasileira Érika Hilton acionou órgãos de defesa do consumidor para investigar a transição para o modelo exclusivamente digital.
- Críticos afirmam que o fim da mídia física transforma a compra de jogos em uma locação temporária sujeita a remoções.
- A Sony mantém a estratégia de descontinuar discos físicos, apesar das pressões políticas e críticas de usuários.
- O encerramento dos servidores das lojas virtuais do PlayStation 3 e PS Vita está programado para 2026.
Autoridades do México e do Brasil iniciaram uma ofensiva contra a estratégia da Sony Interactive Entertainment de abandonar a mídia física em seus consoles. A denúncia no México, levada à Comissão Nacional de Antitruste, argumenta que a transição forçada para o modelo digital cria um monopólio na PlayStation Store e retira a propriedade definitiva dos jogos, transformando a aquisição em uma licença temporária. No Brasil, a deputada Érika Hilton também acionou órgãos de defesa do consumidor para apurar os impactos dessa mudança para os usuários locais. A preocupação central reside na vulnerabilidade dos consumidores diante de possíveis remoções de conteúdo e no encerramento de servidores, como o previsto para o PlayStation 3 e PS Vita em 2026. Até o momento, a Sony reafirmou que pretende seguir com sua estratégia de digitalização, ignorando os apelos por alternativas físicas.
Comentários
Carregando comentários...
