NTSB investiga falha de separação entre Marine One e jato comercial
Helicóptero presidencial passou a 1,2 km de avião da Envoy Air em Washington, violando o limite mínimo de segurança de 2,4 km estabelecido pela FAA.
Pontos principais
- O incidente ocorreu na terça-feira (4) durante a decolagem do Marine One a partir da Casa Branca.
- A distância de 1,2 km entre as aeronaves ficou abaixo do padrão de 2,4 km exigido pela FAA.
- Investigações apontam que a notificação de decolagem da tripulação presidencial pode não ter sido ouvida pelos controladores.
- Uma segunda aeronave comercial precisou alterar sua rota como medida preventiva durante a manobra.
- A Casa Branca declarou que o presidente Donald Trump não correu riscos e que a operação foi conduzida por pilotos experientes.
Autoridades federais de aviação dos Estados Unidos iniciaram uma investigação para apurar um incidente de segurança envolvendo o Marine One, helicóptero oficial que transportava o presidente Donald Trump. O episódio, registrado na última terça-feira, ocorreu nas proximidades do Aeroporto Nacional Ronald Reagan, em Washington, quando a aeronave presidencial passou a apenas 1,2 km de um jato da Envoy Air. A distância registrada ficou abaixo do limite mínimo de 2,4 km estabelecido pela Administração Federal de Aviação (FAA) para garantir a segurança no tráfego aéreo. Relatos preliminares indicam que a tripulação do helicóptero teria notificado a decolagem, mas a comunicação aparentemente não foi processada pelos controladores de voo, forçando outra aeronave comercial a alterar sua rota por precaução. Tanto a FAA quanto o Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB) abriram investigações para determinar as causas da falha nos protocolos de comunicação e separação. A Casa Branca minimizou o ocorrido, afirmando que o presidente não correu riscos reais e que a manobra foi executada por uma equipe de pilotos experientes. O caso ocorre em um momento de rigorosa vigilância sobre o espaço aéreo da capital, que implementou restrições mais severas após um acidente fatal envolvendo aeronaves em janeiro de 2025.
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