Latam anuncia oito novas rotas no Brasil com jatos da Embraer
Companhia aérea incorporará 14 jatos Embraer E195-E2 entre 2026 e 2027, expandindo sua malha regional para 67 destinos domésticos.
Pontos principais
- A Latam Brasil confirmou a inclusão de aeronaves Embraer E195-E2 em sua frota para atender 42 rotas domésticas.
- A expansão contempla a abertura de quatro novos destinos: Cabo Frio, Ji-Paraná, Macaé e Rondonópolis.
- O cronograma de implementação das oito novas rotas ocorrerá entre novembro de 2026 e março de 2027.
- A empresa mantém um pedido firme de 24 jatos do modelo E2 para aumentar a eficiência em cidades de menor porte.
- As vendas de passagens para os novos trechos operados pela Embraer têm início nesta quarta-feira (5).
- A companhia planeja receber mais de 40 aeronaves em 2026, elevando sua frota total para cerca de 410 aviões.
- O CEO Jerome Cadier afirmou que a estratégia visa ampliar a conectividade e a frequência em rotas regionais.
A Latam Brasil anunciou uma nova fase de expansão de sua malha aérea nacional com a introdução de jatos Embraer E195-E2. A companhia confirmou a abertura de oito novas rotas e a inclusão de quatro destinos inéditos — Cabo Frio, Ji-Paraná, Macaé e Rondonópolis — como parte de um plano estratégico que visa aumentar a conectividade entre cidades de menor porte e os principais hubs da empresa. A operação com as aeronaves de fabricação brasileira está programada para ocorrer entre novembro de 2026 e março de 2027, com as vendas de passagens sendo liberadas nesta semana.
O CEO da Latam Brasil, Jerome Cadier, destacou que a incorporação de até 14 jatos E195-E2 neste período é fundamental para a modernização da frota e o aumento da eficiência operacional. Com a iniciativa, a empresa atingirá a marca de 67 destinos domésticos no Brasil. A expansão é sustentada por um pedido firme de 24 aeronaves do modelo E2 e por um robusto plano de contratações, que incluiu 3 mil novos funcionários no primeiro semestre de 2026. Segundo a companhia, o movimento reflete a aposta no potencial de crescimento do mercado de aviação regional brasileiro, condicionado à manutenção da estabilidade regulatória e à gestão de custos operacionais.
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