Senadores dos EUA pressionam Apple contra uso de chips chineses
Parlamentares americanos pedem que a Apple evite fornecedores chineses de memória, citando riscos à segurança nacional e dependência tecnológica.
Pontos principais
- Senadores enviaram carta a Tim Cook solicitando o abandono de planos de compra de chips de memória chineses.
- A pressão é direcionada às fabricantes ChangXin Memory Technologies e Yangtze Memory Technologies.
- O grupo parlamentar, liderado pelo senador republicano Jim, de Indiana, alega riscos à segurança nacional.
- A iniciativa reflete a crescente preocupação do governo dos EUA com a cadeia de suprimentos tecnológica.
Um grupo de senadores dos Estados Unidos enviou uma carta formal ao CEO da Apple, Tim Cook, solicitando que a gigante de tecnologia desista de planos para incorporar chips de memória fabricados por empresas chinesas em seus dispositivos. O foco da pressão parlamentar recai sobre as companhias ChangXin Memory Technologies e Yangtze Memory Technologies. Segundo os legisladores, liderados pelo senador republicano Jim, de Indiana, a utilização desses componentes representa uma ameaça direta à segurança nacional do país. Este movimento ocorre em um momento de tensão geopolítica, onde o governo de Donald Trump intensifica a vigilância sobre a dependência tecnológica dos EUA em relação à China. A solicitação destaca o esforço contínuo do Congresso americano em restringir a integração de componentes críticos de origem chinesa na cadeia de suprimentos de empresas estratégicas, visando mitigar riscos de espionagem e vulnerabilidades cibernéticas.
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