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AstraZeneca cresce 6% no segundo trimestre impulsionada por oncologia

A farmacêutica registrou receita de US$ 15,4 bilhões no período, mantendo a meta de atingir US$ 80 bilhões em receita anual até 2030.

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Foto: WSJ Tech
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27/07 às 08:34 · atualizado 17:34

Pontos principais

  • Receita da companhia cresceu 6% no segundo trimestre de 2026, totalizando US$ 15,4 bilhões.
  • Divisões de oncologia e doenças raras foram os principais motores do desempenho financeiro.
  • Lucro líquido atingiu US$ 2,5 bilhões, com ações subindo quase 2% na Bolsa de Londres.
  • Empresa reafirmou meta de receita de US$ 80 bilhões para 2030, apostando em novos medicamentos.
  • AstraZeneca iniciou estudos de fase três para um novo medicamento oral voltado ao mercado de GLP-1.

A AstraZeneca reportou um desempenho financeiro sólido no segundo trimestre de 2026, com um crescimento de 6% em sua receita, que alcançou US$ 15,4 bilhões. O resultado foi impulsionado principalmente pela forte demanda por tratamentos oncológicos e medicamentos para doenças raras, consolidando a estratégia da farmacêutica em focar em terapias de alta complexidade. Após a divulgação dos números, as ações da companhia registraram alta de quase 2% na Bolsa de Londres, refletindo a confiança do mercado nas projeções da empresa. A diretora financeira, Priscila Plaza, reafirmou o compromisso da farmacêutica em atingir uma receita anual de US$ 80 bilhões até 2030. Para sustentar esse crescimento, a empresa planeja compensar a expiração de patentes com o lançamento de novas entidades moleculares e a expansão de seu portfólio atual. Além disso, a companhia mantém investimentos em inteligência artificial e excelência científica para otimizar o desenvolvimento de novos tratamentos. Entre as prioridades estratégicas, a AstraZeneca avança no setor de medicamentos para perda de peso, tendo iniciado o recrutamento para estudos de fase três de um novo fármaco oral da classe GLP-1. A gestão financeira da empresa segue focada no reinvestimento operacional e no pagamento de dividendos, mantendo a trajetória de expansão apesar de desafios pontuais em estudos clínicos recentes.

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