Marchas encerram o Julho das Pretas em diversas capitais brasileiras
Manifestações pelo país marcaram o fim do Julho das Pretas, agenda nacional focada no combate ao racismo e na promoção dos direitos das mulheres negras.
Pontos principais
- O Julho das Pretas promoveu quase 700 atividades em 23 estados e no Distrito Federal.
- As marchas defenderam pautas como a reparação histórica e o conceito de Bem Viver.
- O Odara - Instituto da Mulher Negra foi o principal articulador da agenda nacional.
- Atos em cidades como Belém destacaram a influência política das mulheres negras nas eleições.
O encerramento do Julho das Pretas foi marcado por uma série de marchas em diversas capitais brasileiras, incluindo Recife, Belo Horizonte, Belém e Salvador. A agenda, que se consolidou como um movimento nacional de combate ao racismo e defesa dos direitos das mulheres negras, articulou quase 700 atividades em 23 estados e no Distrito Federal, sob coordenação do Odara - Instituto da Mulher Negra. As mobilizações focaram em temas como a reparação histórica pelas desigualdades estruturais e a promoção do conceito de Bem Viver. Em locais como Belém, os atos enfatizaram a importância da ancestralidade e a crescente relevância da participação política de mulheres negras no cenário eleitoral brasileiro. A iniciativa reforça a continuidade da luta por equidade e visibilidade para essa parcela da população no debate público nacional.
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