Entidades propõem novo modelo de previdência para o Brasil
Abrapp, CNSeg e Fenaprevi sugerem sistema de quatro pilares para garantir a sustentabilidade fiscal diante do envelhecimento populacional.
Pontos principais
- A proposta divide o sistema em um modelo social, um público com teto reduzido e dois níveis de acumulação individual.
- O estudo aponta a insustentabilidade do atual regime de repartição frente à mudança na estrutura etária brasileira.
- O projeto busca estratégias para incluir trabalhadores informais e autônomos na base de contribuição.
- O debate visa influenciar as discussões políticas durante o período eleitoral de 2026.
- A apresentação oficial do modelo está agendada para setembro, em São Paulo.
Um grupo formado pela Abrapp, CNSeg e Fenaprevi elaborou uma proposta de reformulação para o sistema previdenciário brasileiro. O modelo sugerido baseia-se em quatro pilares distintos, integrando um componente social, um sistema público com teto de benefícios reduzido e dois níveis de acumulação individual. A iniciativa responde ao desafio demográfico do país, onde o envelhecimento da população torna o atual regime de repartição financeiramente insustentável a longo prazo. Além da sustentabilidade fiscal, o estudo foca na necessidade de ampliar a cobertura previdenciária para trabalhadores informais e autônomos, que hoje possuem baixa adesão ao sistema. As entidades planejam apresentar os detalhes técnicos em setembro, em São Paulo, com o objetivo de pautar o debate econômico durante o ciclo eleitoral de 2026, buscando soluções estruturais para o futuro da previdência nacional.
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