XP projeta que modelo de fee fixo deve dobrar no mercado de assessoria
A XP estima que a cobrança sobre o patrimônio investido alcance 40% de sua base de clientes até 2031, impulsionando a mudança no setor.
Pontos principais
- O modelo de fee fixo representa atualmente cerca de 5% do mercado de assessoria de investimentos no Brasil.
- A XP planeja elevar a participação dessa modalidade para 40% em sua base até 2031.
- A projeção foi apresentada durante o evento Expert XP 2026, focado na estratégia de multimodelos da companhia.
- O mercado brasileiro opera atualmente com uma combinação de comissões transacionais, consultoria e fee fixo.
Durante o evento Expert XP 2026, executivos da XP apresentaram uma projeção estratégica que aponta para uma transformação significativa no modelo de remuneração de assessores de investimentos no Brasil. Atualmente, o modelo de fee fixo, que cobra uma taxa baseada no patrimônio total do cliente, detém apenas 5% de participação no mercado nacional. A meta da companhia é expandir essa modalidade para 40% de sua base de clientes até 2031. Essa transição reflete uma mudança na estrutura de negócios, que hoje ainda é fortemente dependente de comissões transacionais. Especialistas do setor reforçam que, independentemente do modelo adotado, a relação entre investidor e assessor deve ser pautada pela confiança, sendo o fee fixo uma alternativa para alinhar os interesses das partes ao longo do tempo.
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