Secretário de Defesa dos EUA propõe orçamento militar de US$ 1,5 tri
Pete Hegseth busca aumento de 44% nos gastos militares, focando no desmantelamento de programas internos classificados como 'woke'.
Pontos principais
- A proposta eleva o orçamento do Pentágono para US$ 1,5 trilhão, patamar comparável aos gastos da Segunda Guerra Mundial.
- O plano marca uma mudança drástica em relação às metas anteriores de cortes anuais de 8% nos gastos militares.
- A gestão pretende eliminar programas internos que o governo classifica como 'woke'.
- O anúncio gerou volatilidade nas ações de empresas do setor de defesa, incluindo a Palantir.
O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, apresentou uma proposta orçamentária que eleva os gastos militares para US$ 1,5 trilhão, representando um aumento de 44%. A medida marca uma guinada significativa na política fiscal da pasta, que anteriormente buscava reduções anuais de 8%. Além do incremento financeiro, o plano estabelece o desmantelamento de programas internos que a atual gestão identifica como 'woke', gerando intensos debates sobre as prioridades do Pentágono sob a presidência de Donald Trump. A magnitude do pedido orçamentário, que atinge níveis históricos comparáveis aos da Segunda Guerra Mundial, provocou instabilidade imediata no mercado financeiro, refletindo-se na volatilidade das ações de empresas do setor de defesa, como a Palantir. A proposta agora enfrenta o escrutínio do Congresso, onde a viabilidade de um aumento dessa proporção será testada frente às metas fiscais do governo.
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