Nike reestrutura operação na China para centralizar vendas digitais
A Nike encerrará contratos com centenas de distribuidores digitais na China até 2027 para centralizar o controle da marca e elevar a rentabilidade.
Pontos principais
- A partir de janeiro de 2027, a Nike desativará lojas digitais operadas por parceiros terceiros no mercado chinês.
- A estratégia busca concentrar as vendas em canais oficiais e plataformas selecionadas para melhorar a experiência do consumidor.
- A empresa enfrenta queda de receita e concorrência crescente de marcas locais como Anta e Li-Ning.
- A reestruturação é liderada pelo CEO Elliott Hill para reposicionar a marca como um produto mais premium no país.
A Nike anunciou uma profunda reestruturação de suas operações na China, visando retomar o controle sobre sua imagem e rentabilidade no mercado. A partir de janeiro de 2027, a companhia encerrará contratos com centenas de distribuidores digitais, incluindo grandes varejistas como a Topsports International e a Pou Sheng International. O objetivo central é migrar as vendas para canais oficiais e plataformas parceiras selecionadas, garantindo uma experiência de marca mais consistente e premium. Sob a gestão do CEO Elliott Hill, a iniciativa responde a um cenário de queda nas receitas e à pressão competitiva de marcas locais, como Anta e Li-Ning, que ganharam relevância cultural e participação de mercado. Com essa mudança, a Nike busca fortalecer sua conexão direta com o consumidor chinês e reverter o desempenho financeiro recente na região.
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