Mais de 66% das edtechs brasileiras crescem sem investimento externo
Estudo da ABStartups e USP aponta que a maioria das edtechs no Brasil prioriza eficiência operacional e modelos B2B para sustentar o crescimento.
Pontos principais
- Apenas 33,7% das 368 edtechs analisadas captaram recursos externos.
- Cerca de 44,6% das empresas do setor operam há mais de cinco anos.
- O modelo de negócio predominante é o SaaS, adotado por 42% das startups.
- O Sudeste concentra 60,6% das edtechs brasileiras.
- O foco em vendas B2B representa 38,1% das operações do setor.
Um levantamento inédito realizado pela ABStartups em parceria com a USP revelou que a maior parte das edtechs brasileiras mantém suas operações sem recorrer a investimentos externos. O estudo, que analisou 368 startups do setor, indica que 66,3% das empresas optam por um crescimento baseado na eficiência operacional e na geração de receita própria. Esse cenário reflete um amadurecimento do ecossistema, com 44,6% das companhias atuando há mais de cinco anos no mercado. A estratégia predominante entre essas empresas é o modelo Software as a Service (SaaS), com forte foco no segmento B2B, que abrange 38,1% das edtechs. A concentração geográfica permanece elevada no Sudeste, que abriga 60,6% das startups de educação do país, consolidando a região como o principal polo de inovação educacional no Brasil.
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