Nike lamenta ausência na final da Copa e vê Adidas dominar mercado
Sem seleções na final da Copa do Mundo, a Nike enfrenta pressão comercial enquanto a rival Adidas consolida sua liderança no torneio.
Pontos principais
- A Adidas patrocinou as duas seleções finalistas da Copa do Mundo, Espanha e Argentina.
- A Nike, que patrocinava França e Inglaterra, não teve representantes na decisão do torneio.
- As ações da Nike acumulam queda superior a 40% nos últimos 12 meses.
- A marca alemã garantiu maior visibilidade com atletas como Messi, Yamal e Rodri.
- A Nike projeta recuperação focada na próxima Copa do Mundo feminina, que será realizada no Brasil.
A ausência de seleções patrocinadas pela Nike na final da Copa do Mundo de 2026 marcou um revés estratégico para a companhia, que viu sua principal concorrente, a Adidas, dominar a exposição global do evento. Com a eliminação de França e Inglaterra nas semifinais, a Nike perdeu o espaço publicitário na decisão, enquanto a Adidas capitalizou ao vestir tanto a Espanha quanto a Argentina, além de contar com o engajamento de estrelas como Lionel Messi e Lamine Yamal. O cenário agrava o momento delicado da Nike, cujas ações acumulam desvalorização superior a 40% no último ano. Em meio a críticas sobre a produção de uniformes e desafios operacionais, a empresa agora busca reverter o quadro focando na liderança do futebol feminino, com expectativas voltadas para a próxima edição do mundial, que será sediada no Brasil.
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