EUA testam drones autônomos para combate a incêndios florestais
Tecnologia de enxames de drones busca reduzir o tempo de resposta em focos de incêndio antes da chegada de equipes convencionais.
Pontos principais
- O CAL FIRE realizou testes com enxames de drones autônomos da Seneca para o despejo de espuma em incêndios.
- O Distrito de Proteção contra Incêndios de Aspen firmou contrato de 5 milhões de dólares com a Seneca para uso da tecnologia.
- O sistema Silvaguard, da Dryad Networks, integra sensores de fumaça em árvores com drones de supressão.
- A estratégia foca em atuar rapidamente em pequenos focos de incêndio para evitar que se tornem grandes desastres florestais.
Órgãos de segurança e empresas nos Estados Unidos estão implementando o uso de drones autônomos para otimizar o combate a incêndios florestais. A iniciativa, que conta com testes realizados pelo CAL FIRE, utiliza enxames de drones como o modelo Argo-1, da Seneca, capazes de despejar espuma em focos de incêndio de forma coordenada. O Distrito de Proteção contra Incêndios de Aspen já formalizou um contrato de 5 milhões de dólares para integrar essa tecnologia em suas operações pelos próximos cinco anos. Além da Seneca, o setor explora inovações como o sistema Silvaguard, da alemã Dryad Networks, que combina sensores de fumaça fixados em árvores com drones de supressão. O objetivo central é reduzir drasticamente o tempo de resposta, permitindo uma intervenção imediata antes que as chamas se propaguem e exijam o deslocamento de aeronaves tripuladas ou grandes equipes terrestres.
Comentários
Carregando comentários...
