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Ânima nega à CVM obrigação de recompra da FMU

A Ânima Educação esclareceu que não possui cláusula contratual que a obrigue a recomprar a FMU da Farallon Capital.

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Foto: InfoMoney
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20/07 às 21:03 · atualizado 21/07 às 07:32

Pontos principais

  • A Ânima respondeu a questionamentos da CVM sobre a estrutura da aquisição da FMU.
  • A companhia negou a existência de uma opção de venda (put option) outorgada à Farallon Capital.
  • A aquisição da FMU foi anunciada na última semana pelo valor de R$ 410 milhões.
  • As ações da Ânima (ANIM3) acumulam desvalorização desde o anúncio do negócio, fechando a R$ 2,18 na segunda-feira.

A Ânima Educação enviou um comunicado oficial à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para esclarecer os termos da recente aquisição da FMU. Em resposta a questionamentos do órgão regulador, a companhia negou a existência de qualquer opção de venda que obrigasse o grupo a recomprar o ativo da Farallon Capital. Segundo a empresa, o negócio, avaliado em R$ 410 milhões, foi fundamentado em critérios estratégicos e no potencial de geração de valor para o grupo, sem cláusulas de recompra compulsória. O esclarecimento ocorre em um momento de pressão sobre os papéis da companhia na bolsa, com as ações (ANIM3) registrando queda acumulada desde a divulgação da transação. A empresa reforçou que a estrutura do contrato reflete uma decisão de alocação de capital voltada ao crescimento operacional.

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