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China descarta uso de reservas para conter alta do petróleo

Pequim sinaliza que não intervirá no mercado global de energia diante da escalada de preços causada pelo bloqueio do Estreito de Ormuz.

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Foto: SCMP - World
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20/07 às 18:45

Pontos principais

  • O fechamento do Estreito de Ormuz eleva a pressão sobre as cotações internacionais do petróleo.
  • Analistas projetam que o barril pode se manter acima de US$ 100, impactando a inflação global.
  • Os Estados Unidos enfrentam limitações para controlar os preços devido ao baixo nível de suas reservas estratégicas.
  • A China confirmou que não utilizará seus estoques nacionais para mitigar o impacto da crise no fornecimento.

A escalada de tensões entre os Estados Unidos e o Irã, que resultou no fechamento do Estreito de Ormuz, colocou o mercado global de energia em alerta. A rota é vital para o escoamento da produção petrolífera mundial, e sua interrupção tem pressionado os preços do barril para patamares acima de US$ 100. Especialistas alertam que a manutenção desses valores pode acelerar a inflação global e elevar o risco de uma recessão econômica generalizada. Diante do cenário, a China, um dos maiores consumidores mundiais, sinalizou que não pretende utilizar suas reservas estratégicas para estabilizar o mercado. A postura chinesa ocorre em um momento em que os Estados Unidos também enfrentam dificuldades para conter a alta dos preços, uma vez que suas próprias reservas estão em níveis historicamente baixos, limitando a capacidade de intervenção das potências globais para mitigar os impactos da crise.

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