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Ataques de 'insiders sintéticos' com deepfakes ameaçam empresas

Relatório da Verizon aponta que 12% dos incidentes cibernéticos envolvem atores internos, com uso crescente de IA para simular funcionários.

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20/07 às 09:01

Pontos principais

  • Análise da Verizon examinou 22 mil incidentes de segurança cibernética globalmente.
  • Atores internos foram responsáveis por 12% das violações de dados identificadas.
  • Criminosos utilizam deepfakes para se passar por funcionários reais em ataques.
  • A sofisticação da IA dificulta a distinção entre colaboradores legítimos e agentes maliciosos.
  • Empresas precisam revisar protocolos de verificação de identidade para mitigar riscos.

Um novo relatório da Verizon, que analisou 22 mil incidentes de segurança cibernética, revelou um aumento preocupante na sofisticação de ameaças corporativas. O estudo aponta que 12% das violações são causadas por atores internos, com destaque para a ascensão dos chamados 'insiders sintéticos'. Nessa modalidade, criminosos utilizam tecnologia de deepfake para simular a identidade de funcionários reais, conseguindo infiltrar sistemas e contornar defesas tradicionais. A crescente dificuldade em distinguir colaboradores legítimos de agentes maliciosos impõe um desafio crítico para a segurança corporativa. Diante desse cenário, especialistas recomendam que as empresas reavaliem urgentemente seus protocolos de verificação de identidade e segurança interna, visto que as táticas de engenharia social baseadas em IA avançada tornaram obsoletos muitos dos métodos de autenticação convencionais utilizados atualmente no mercado.

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