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Juiz federal nega liminar contra demissões na Meta por uso de IA

Justiça dos EUA rejeita pedido de funcionários para suspender cortes na Meta, que enfrentam acusações de viés discriminatório em algoritmos.

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Foto: InfoMoney
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19/07 às 10:45

Pontos principais

  • O juiz William Orrick negou o pedido de 26 funcionários para suspender as demissões na Meta.
  • Trabalhadores alegam que a empresa usou IA para selecionar demissões, prejudicando pessoas com deficiência ou em licença médica.
  • A Meta nega as irregularidades e afirma que as decisões de desligamento foram tomadas por humanos.
  • O processo questiona o uso de sistemas internos de monitoramento, como o 'Metamate', na avaliação de produtividade.
  • O mérito da ação será discutido em arbitragem privada, enquanto a análise da tutela antecipada continua pendente.

Um juiz federal dos Estados Unidos rejeitou o pedido de liminar movido por 26 funcionários da Meta que buscavam interromper um processo de demissões em massa. Os autores da ação alegam que a empresa utilizou ferramentas de inteligência artificial para selecionar colaboradores para o corte, o que teria resultado em práticas discriminatórias contra funcionários com deficiências ou em licença médica. A Meta, por sua vez, nega as acusações e sustenta que as decisões de desligamento foram tomadas por gestores humanos, e não por sistemas automatizados. O caso ganha relevância por ser um dos primeiros a questionar judicialmente o uso de IA em decisões corporativas de recursos humanos. Enquanto a disputa sobre o uso de sistemas como o 'Metamate' segue para arbitragem privada, o tribunal ainda deve analisar novos desdobramentos sobre a tutela antecipada no próximo mês.

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