Exposição no MAC Dragão em Fortaleza explora o terror sob olhar LGBT+
A mostra "Terror celestial" reúne obras de 24 artistas para ressignificar o medo e a monstruosidade como formas de expressão artística.
Pontos principais
- A exposição está em cartaz no Museu de Arte Contemporânea de Fortaleza até o dia 4 de outubro.
- O projeto reúne 24 artistas LGBT+ utilizando linguagens como pintura, escultura e performance.
- A curadoria é dividida nos eixos temáticos: Monstros e quimeras, Espiritualidade terrena e Terror das formas.
- A mostra oferece recursos de acessibilidade, incluindo audiodescrição e textos em Libras via plataforma digital.
O Museu de Arte Contemporânea (MAC) do Centro Dragão do Mar, em Fortaleza, inaugurou a exposição "Terror celestial", que propõe uma nova leitura sobre o imaginário do medo. Com curadoria de Lucas Dilacerda, a mostra utiliza a produção de 24 artistas LGBT+ para transformar o estigma da "monstruosidade", historicamente associado a essa comunidade, em uma ferramenta de criação artística e resistência. A exposição é estruturada em três eixos temáticos — Monstros e quimeras, Espiritualidade terrena e Terror das formas — e abrange diversas linguagens, como performance, escultura e pintura. Além do valor artístico, a iniciativa destaca-se pela preocupação com a inclusão, disponibilizando recursos de acessibilidade como audiodescrição e conteúdos em Libras por meio de uma plataforma digital, garantindo que o público possa explorar as obras com maior autonomia.
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