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Espanha vence Argentina na prorrogação e conquista a Copa do Mundo 2026

Com gol de Ferran Torres, a Espanha derrotou a Argentina por 1 a 0 e garantiu seu segundo título mundial em final marcada por polêmicas e recordes.

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Foto: Times Brasil
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19/07 às 10:15 · atualizado há 2h

Pontos principais

  • A Espanha conquistou o bicampeonato mundial ao vencer a Argentina por 1 a 0 na prorrogação.
  • O gol do título foi marcado por Ferran Torres no início do segundo tempo extra.
  • A Argentina jogou com um atleta a menos após a expulsão de Enzo Fernández no tempo regulamentar.
  • Lionel Messi encerrou sua trajetória em Copas do Mundo após seis participações no torneio.
  • A Espanha tornou-se a primeira seleção a deter simultaneamente os títulos mundiais masculino e feminino.
  • O jovem Lamine Yamal consolidou-se como um dos jogadores mais novos a vencer um Mundial.
  • A seleção espanhola estabeleceu um novo recorde de 38 partidas de invencibilidade.
  • O técnico Lionel Scaloni colocou em dúvida sua permanência no comando da Argentina após a derrota.
  • A final contou com a presença do presidente dos EUA, Donald Trump, e chefes de Estado de México e Canadá.
  • Ingressos para a decisão no MetLife Stadium chegaram a ser listados por mais de US$ 2 milhões no mercado de revenda.

A Espanha sagrou-se campeã da Copa do Mundo de 2026 ao superar a Argentina por 1 a 0, em partida decidida na prorrogação no MetLife Stadium, nos Estados Unidos. O gol decisivo foi anotado por Ferran Torres, garantindo o segundo título mundial da história da seleção espanhola. O confronto foi marcado por um domínio tático da Espanha, que registrou mais de 20 finalizações contra apenas duas da equipe argentina, que sofreu um revés adicional com a expulsão de Enzo Fernández no final do tempo regulamentar. A vitória consolida a Espanha como a primeira nação a deter simultaneamente os títulos mundiais masculino e feminino, além de estabelecer um novo recorde de 38 jogos de invencibilidade.

O evento, que atraiu atenção global e contou com a presença de autoridades como o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e líderes do México e Canadá, foi cercado por um clima de alta expectativa e controvérsia. Antes mesmo do apito inicial, a Argentina enfrentou uma onda de rejeição entre torcedores latino-americanos, impulsionada por acusações de favorecimento da arbitragem e comportamentos polêmicos. Uma petição online chegou a reunir mais de 23 milhões de assinaturas pedindo a exclusão da equipe da final, embora sem efeito prático. O sucesso comercial do torneio foi evidente, com ingressos de revenda atingindo valores superiores a R$ 10 milhões e uma ocupação de 99,7% na fase de grupos.

Para a Argentina, a derrota marcou o encerramento de um ciclo histórico. O capitão Lionel Messi disputou sua última partida em Copas do Mundo, fechando uma trajetória de seis edições do torneio. O técnico Lionel Scaloni, visivelmente emocionado após o apito final, colocou em dúvida sua continuidade no cargo, ressaltando a necessidade de reflexão sobre o futuro do trabalho. Apesar do desfecho negativo, a federação argentina já projeta uma transição geracional, buscando integrar novos talentos como Franco Mastantuono para o próximo ciclo.

O Mundial de 2026 também se destacou por inovações introduzidas pela FIFA, como a entrega de anéis aos campeões e a realização de um show de intervalo no estilo Super Bowl, com artistas como Madonna e Shakira. Enquanto a Espanha celebra a ascensão de jovens talentos como Lamine Yamal, que se tornou um dos campeões mais precoces da história, ambas as seleções já voltam suas atenções para 2030. Como países-sede do centenário do torneio, Espanha e Argentina iniciam agora o planejamento de longo prazo para renovar seus elencos e manter a competitividade no cenário internacional.

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