Infraestrutura legada limita escala de agentes de IA nas empresas
Líderes de tecnologia do LinkedIn, Walmart e Zendesk apontam que sistemas tradicionais são o principal gargalo para a adoção de agentes autônomos.
Pontos principais
- Infraestruturas empresariais projetadas para humanos não suportam a velocidade de processamento exigida por agentes de IA.
- O LinkedIn otimizou o Kubernetes utilizando pools de containers pré-provisionados para reduzir latência.
- O Walmart implementou novas camadas de governança para gerenciar a proliferação de agentes criados internamente.
- Especialistas recomendam priorizar pipelines de dados robustos e avaliações rigorosas em vez de depender apenas de janelas de contexto.
Durante o evento VB Transform 2026, executivos de tecnologia do LinkedIn, Walmart e Zendesk destacaram que o maior desafio para a implementação de agentes de IA em escala não reside nos modelos, mas na infraestrutura legada das organizações. Segundo os especialistas, os sistemas tradicionais foram desenhados para a interação humana e carecem da agilidade necessária para suportar o processamento em milissegundos dos agentes autônomos. Para superar essas limitações, empresas como o LinkedIn adotaram estratégias como o uso de pools de containers pré-provisionados, enquanto o Walmart focou em novas camadas de governança para controlar a criação interna de agentes. O consenso entre os líderes é que o sucesso na adoção dessas tecnologias depende de investimentos em pipelines de dados robustos, avaliações rigorosas e na manutenção da independência em relação aos fornecedores de modelos, garantindo maior controle sobre o contexto corporativo.
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