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CEO da Ocado nega controle após saída e ações caem 15%

Tim Steiner promete autonomia ao sucessor em 2028 enquanto a Ocado enfrenta queda de 15% nas ações após resultados financeiros abaixo do esperado.

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Foto: The Guardian World
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16/07 às 06:45

Pontos principais

  • Tim Steiner deixará o cargo de CEO da Ocado em 2028.
  • O executivo negou intenções de manter controle excessivo sobre a gestão após sua saída.
  • As ações da empresa registraram queda de quase 15% no mercado.
  • O lucro antes dos impostos da companhia recuou para £17 milhões.
  • A declaração ocorre em meio a relatos de tensões no conselho sobre a sucessão.

O CEO da Ocado, Tim Steiner, buscou tranquilizar investidores e o conselho de administração ao afirmar que não pretende atuar como um "mestre das marionetes" após deixar o comando da empresa em 2028. A declaração ocorre em um momento de instabilidade interna, com relatos de divergências sobre o processo de sucessão na companhia. O cenário é agravado por um desempenho financeiro negativo, que resultou em uma queda de quase 15% no valor das ações da Ocado, após o lucro antes dos impostos despencar para £17 milhões. Steiner defendeu que seu futuro sucessor terá total autonomia, enfatizando que a transição será pautada pela colaboração. A incerteza sobre a governança futura e os resultados financeiros pressionam a empresa, que tenta estabilizar sua posição no mercado enquanto planeja a mudança de liderança para os próximos anos.

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