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Light conclui aumento de capital de R$ 1,5 bi e pede fim da recuperação

A distribuidora de energia finalizou sua reestruturação financeira com um aporte de R$ 1,5 bilhão e solicitou à Justiça o encerramento oficial do processo.

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Foto: Times Brasil
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15/07 às 19:45 · atualizado 16/07 às 07:03

Pontos principais

  • A Light protocolou o pedido de encerramento da recuperação judicial iniciada em 2023.
  • O aumento de capital de R$ 1,5 bilhão superou a meta mínima de R$ 1 bilhão prevista no plano.
  • Foram emitidas 238,4 milhões de novas ações ao preço de R$ 6,29 cada.
  • A operação incluiu a distribuição de 476,9 milhões de bônus de subscrição exercíveis até 2026.
  • O capital social da companhia foi elevado para R$ 6,97 bilhões após a emissão.
  • As novas ações possuem um cronograma de lock-up com liberação gradual até janeiro de 2029.
  • A empresa planeja investir R$ 10 bilhões na modernização da rede e combate ao furto de energia.

A concessionária de energia Light deu um passo decisivo para encerrar seu processo de recuperação judicial ao confirmar a conclusão de um aumento de capital de R$ 1,5 bilhão. A operação, que superou a meta mínima de R$ 1 bilhão estabelecida no plano de reestruturação, envolveu a emissão de 238,4 milhões de novas ações ordinárias e a distribuição de bônus de subscrição. Com a capitalização, o capital social da companhia atingiu R$ 6,97 bilhões, consolidando a estrutura necessária para a conversão automática de debêntures em ações, conforme previsto no plano homologado pela Justiça.

O pedido de encerramento do processo judicial marca o fim de um período de instabilidade financeira para a distribuidora, que agora volta seu foco para a operação e o crescimento. A empresa anunciou um plano de investimentos de R$ 10 bilhões para os próximos anos, com o objetivo de modernizar sua infraestrutura de rede e intensificar o combate ao furto de energia no estado do Rio de Janeiro. Para garantir a estabilidade do controle acionário durante essa transição, as novas ações emitidas estão sujeitas a um cronograma de lock-up, com restrições de negociação que se estendem até janeiro de 2029.

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