Senado esclarece que sistema de votação é independente da Justiça Eleitoral
O Senado Federal reforçou que seu sistema eletrônico de votação é distinto das urnas eleitorais, visando combater a desinformação sobre o tema.
Pontos principais
- O sistema do Senado é exclusivo para votações em plenário e comissões, sem conexão com a infraestrutura da Justiça Eleitoral.
- A plataforma passou por modernizações em 2026, com a implementação de novos painéis e interfaces de usuário.
- A segurança do registro de votos é garantida por biometria, criptografia avançada e proteção de infraestrutura.
- O uso do aplicativo Senado Digital é restrito a votações públicas nominais, enquanto escolhas secretas exigem presença física.
O Senado Federal publicou esclarecimentos por meio do serviço Senado Verifica para desmentir associações incorretas entre o seu sistema eletrônico de votação e as urnas utilizadas pela Justiça Eleitoral nas eleições brasileiras. A instituição ressaltou que opera uma infraestrutura própria, desenvolvida especificamente para registrar deliberações em plenário e comissões, mantendo total independência técnica em relação ao processo eleitoral nacional. O sistema, que recebeu atualizações em 2026 para melhorar a usabilidade, utiliza protocolos de segurança robustos, incluindo autenticação biométrica e criptografia de dados. A iniciativa faz parte de um esforço contínuo do Legislativo para combater a desinformação, esclarecendo que o uso de ferramentas digitais, como o aplicativo Senado Digital, é limitado a votações públicas nominais, enquanto processos sigilosos continuam a exigir a presença física dos parlamentares.
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