China reafirma rejeição a tribunal sobre Mar do Sul da China
Pequim mantém posição de ilegalidade sobre decisão de 2016, enquanto EUA e aliados reforçam apoio à validade jurídica do veredito internacional.
Pontos principais
- O governo chinês classificou a decisão arbitral de 2016 como ilegal após declaração conjunta de 14 países defender sua validade.
- Pequim sustenta que disputas regionais devem ser resolvidas apenas por negociações diretas entre os países envolvidos.
- A China acusou potências externas, especialmente os Estados Unidos, de aumentar a presença militar e elevar tensões na área.
- O tribunal de Haia decidiu em 2016 que as reivindicações históricas chinesas carecem de base legal sob a Convenção da ONU sobre o Direito do Mar.
No aniversário de uma década da sentença do Tribunal Permanente de Arbitragem, o governo chinês reafirmou sua rejeição total ao veredito que invalidou suas reivindicações territoriais no Mar do Sul da China. A postura de Pequim foi reforçada após uma declaração conjunta de 14 países, incluindo os Estados Unidos e as Filipinas, que defendeu a validade jurídica da decisão. O Ministério das Relações Exteriores chinês classificou o laudo como ilegal e sem valor, acusando potências externas de provocarem instabilidade na região por meio de presença militar. Enquanto a comunidade internacional pressiona pelo cumprimento das normas jurídicas globais, a China insiste que o caso é um entrave diplomático e defende que os conflitos territoriais sejam resolvidos exclusivamente por negociações diretas entre as nações envolvidas, mantendo o impasse geopolítico sobre rotas comerciais estratégicas.
Comentários
Carregando comentários...
