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Estudo sugere que a Terra pode sobreviver à morte do Sol

Novos modelos indicam que a Terra pode escapar de ser engolida pelo Sol durante sua fase de gigante vermelha devido à perda de massa estelar.

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Foto: space-com
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08/07 às 07:31

Pontos principais

  • Pesquisadores da KU Leuven utilizaram modelos atualizados para prever a interação entre o Sol em expansão e a órbita terrestre.
  • A perda de massa do Sol pode empurrar a Terra para uma órbita mais externa, evitando sua destruição física.
  • Mercúrio e Vênus provavelmente serão engolidos pelo Sol durante o processo de expansão estelar.
  • A Terra se tornará inabitável em cerca de 1 bilhão de anos devido ao aumento do calor solar, independentemente de sua sobrevivência física.

Um novo estudo conduzido por pesquisadores da KU Leuven sugere que a Terra pode não ser destruída quando o Sol se tornar uma gigante vermelha, contrariando previsões anteriores. O modelo atualizado indica que, à medida que o Sol perde massa em seus estágios finais de vida, a força gravitacional exercida sobre os planetas diminui, permitindo que a Terra se desloque para uma órbita mais externa e escape de ser engolida. Enquanto Mercúrio e Vênus devem ser consumidos pela expansão solar, a Terra poderia permanecer intacta fisicamente. Contudo, os cientistas ressaltam que a sobrevivência do planeta não garante a continuidade da vida, já que o aumento do calor solar tornará a Terra inabitável em aproximadamente 1 bilhão de anos. A precisão dessas projeções ainda depende de variáveis sobre a taxa exata de perda de massa do Sol.

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