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Menina de 12 anos sobrevive 32 horas sob escombros na Venezuela

Fabiana foi resgatada após passar 32 horas presa sob os escombros de um prédio atingido por um terremoto de magnitude 7,5, sobrevivendo com ketchup e queijo.

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Foto: G1 Mundo
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06/07 às 02:31 · atualizado 07/07 às 08:16

Pontos principais

  • A menina de 12 anos, identificada como Fabiana, ficou presa por 32 horas após o colapso de um edifício de 10 andares.
  • O incidente foi causado por um terremoto de magnitude 7,5 que atingiu a região de La Guaira, na Venezuela, em junho.
  • Fabiana sobreviveu em um espaço confinado consumindo apenas ketchup e queijo encontrados no local.
  • A localização da criança foi confirmada após ela mesma gravar um vídeo, facilitando o trabalho de bombeiros e voluntários.
  • O colapso do edifício foi devastador, sendo que apenas três dos 50 moradores foram resgatados com vida.
  • O desastre natural resultou na destruição de diversas estruturas e deixou milhares de mortos na região afetada.

Uma menina de 12 anos, chamada Fabiana, tornou-se um símbolo de resiliência após ser resgatada com vida dos escombros de um prédio de 10 andares na Venezuela. A criança permaneceu presa por 32 horas após um terremoto de magnitude 7,5 atingir a região de La Guaira em junho. Segundo relatos, ela conseguiu se manter consciente e alimentada consumindo apenas ketchup e queijo que encontrou no espaço confinado onde estava retida. O resgate foi possível graças a um vídeo gravado pela própria menina, que auxiliou as equipes de bombeiros e voluntários a localizá-la em meio aos destroços.

O caso evidencia a gravidade dos danos estruturais causados pelos tremores no país, que resultaram em milhares de mortes e na destruição de diversas edificações. A sobrevivência de Fabiana é considerada excepcional, dado que, no edifício onde ela residia, apenas três dos cerca de 50 moradores foram encontrados com vida pelas equipes de busca. A história, que ganhou repercussão internacional, destaca as condições extremas enfrentadas pelas vítimas do desastre natural e as dificuldades logísticas impostas às operações de salvamento em áreas densamente povoadas após eventos sísmicos dessa magnitude.

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