Brasil é eliminado pela Noruega nas oitavas da Copa do Mundo 2026
A derrota por 2 a 1 marca a pior campanha brasileira desde 1990 e iguala o maior jejum de títulos da história da seleção, que chega a 24 anos.
Pontos principais
- A seleção brasileira foi eliminada pela Noruega nas oitavas de final após perder por 2 a 1.
- Erling Haaland marcou os dois gols da vitória norueguesa, selando a eliminação brasileira.
- O Brasil registrou apenas 35% de posse de bola, o menor índice da equipe em Copas desde 1966.
- O técnico Carlo Ancelotti foi criticado pela estratégia defensiva e falta de padrão tático.
- A eliminação igualou o maior jejum histórico do Brasil, que não vence um mundial há 24 anos.
- Desde 2002, o Brasil tem sido eliminado em fases de mata-mata exclusivamente por seleções europeias.
- O Uruguai detém o maior intervalo entre títulos entre os campeões, com 76 anos de espera desde 1950.
A eliminação precoce do Brasil na Copa do Mundo de 2026, após uma derrota por 2 a 1 para a Noruega, consolidou um momento de crise profunda para o futebol nacional. Com dois gols decisivos de Erling Haaland, a seleção norueguesa dominou o confronto, enquanto o Brasil registrou apenas 35% de posse de bola, o menor índice da equipe em mundiais desde 1966. O revés não apenas interrompeu o sonho do hexacampeonato, mas também intensificou o debate sobre a identidade da equipe, com veículos internacionais questionando se a seleção se tornou mais uma marca comercial do que uma potência competitiva. Desde 2002, o Brasil tem sido eliminado em fases de mata-mata exclusivamente por seleções europeias, evidenciando uma dificuldade recorrente no cenário internacional.
O técnico Carlo Ancelotti foi o principal alvo das críticas, sendo questionado pela estratégia defensiva que cedeu o controle do jogo ao adversário. Além do impacto tático, o resultado traz um peso histórico: o Brasil igualou seu maior jejum de 24 anos sem conquistar a Copa do Mundo. Embora o Uruguai detenha o recorde de espera entre os campeões, com 76 anos desde seu último título em 1950, a marca brasileira eleva a pressão por uma reestruturação profunda. O ambiente interno reflete o desgaste de uma torcida que vê o jejum se prolongar, com a perspectiva de que o Brasil complete 28 anos sem vencer até 2030, caso não ocorram mudanças significativas no comando e na formação do elenco.
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