Relatório dos EUA acusa Coreia do Sul de discriminar a Coupang
Investigação da Câmara dos EUA aponta que o governo sul-coreano violou acordos comerciais ao perseguir a varejista americana Coupang com sanções.
Pontos principais
- O Comitê Judiciário da Câmara dos EUA concluiu que a Coreia do Sul promoveu uma campanha protecionista contra a Coupang.
- Investigações excessivas e multas desproporcionais teriam sido usadas para prejudicar a operação da empresa no país.
- O relatório sugere o envolvimento do Serviço Nacional de Inteligência sul-coreano em operações sigilosas contra a varejista.
- As ações teriam causado uma desvalorização de mais de 40% no valuation da companhia.
- O governo sul-coreano não se pronunciou sobre as violações apontadas no documento.
Um relatório do Comitê Judiciário da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos concluiu que o governo da Coreia do Sul realizou uma campanha discriminatória contra a varejista americana Coupang. Segundo o documento, as autoridades sul-coreanas utilizaram investigações excessivas e multas desproporcionais como ferramentas protecionistas, violando diretamente o acordo comercial renegociado entre os dois países em 2025. O relatório levanta preocupações graves ao sugerir que o Serviço Nacional de Inteligência da Coreia do Sul esteve envolvido em operações sigilosas destinadas a prejudicar a empresa.
A pressão regulatória e as ações governamentais teriam provocado uma queda superior a 40% no valor de mercado da Coupang, gerando um impacto financeiro significativo. O caso destaca tensões comerciais entre Washington e Seul, levantando questionamentos sobre o tratamento dispensado a empresas americanas no mercado sul-coreano. Até o momento, o governo da Coreia do Sul não se manifestou sobre as acusações contidas no relatório oficial.
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