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Petrobras avalia estabilização do petróleo entre US$ 72 e US$ 75

Petrobras sinaliza possível redução no preço da gasolina com a estabilização do petróleo, buscando equilibrar preços ao consumidor e market share.

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Foto: InfoMoney
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01/07 às 09:45 · atualizado 19:03

Pontos principais

  • Magda Chambriard projeta estabilização do petróleo na faixa de US$ 72 a US$ 75.
  • Governo encerrou subvenção de R$ 0,35 por litro de diesel com ajuste de preços pela estatal.
  • Petrobras sinaliza que preço da gasolina deve acompanhar tendência de queda internacional.
  • Redução de tensões entre EUA e Irã permitiu normalização do tráfego no Estreito de Ormuz.
  • Estatal busca equilibrar preços ao consumidor com a preservação de sua fatia de mercado.
  • Decisão sobre a gasolina segue sob análise técnica para evitar volatilidade excessiva.
  • Governo avalia retirada gradual de subsídios aos combustíveis conforme preços recuam.

A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, afirmou que o mercado internacional de petróleo atingiu um novo patamar de estabilidade, com o barril oscilando entre US$ 72 e US$ 75. Esse cenário, impulsionado pela redução das tensões entre Estados Unidos e Irã e a normalização do fluxo no Estreito de Ormuz, permitiu que o governo federal encerrasse a subvenção de R$ 0,35 por litro de diesel. A companhia já promoveu ajustes recentes nos preços do diesel e do querosene de aviação, refletindo o retorno do barril tipo Brent ao patamar de US$ 70, nível observado antes da escalada geopolítica recente.

Em relação à gasolina, a estatal sinalizou que o preço deve acompanhar a tendência de queda observada no mercado global. Durante evento de lançamento de editais culturais, Chambriard reforçou que a decisão sobre um possível corte está sob análise técnica rigorosa. O objetivo da companhia é evitar a volatilidade excessiva, equilibrando a demanda social por preços mais acessíveis com a necessidade estratégica de preservar sua participação de mercado (market share) frente à concorrência.

Paralelamente, o governo federal avalia a retirada gradual dos subsídios concedidos aos combustíveis à medida que os preços internacionais se consolidam em patamares mais baixos. A estratégia busca a normalização da política de preços da estatal, garantindo a sustentabilidade financeira da empresa enquanto monitora o impacto dos custos de importação e a competitividade dos produtos refinados no mercado interno brasileiro.

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