Montadoras tradicionais no Brasil avaliam uso de regimes CKD e SKD
Fabricantes buscam reduzir custos e enfrentar a concorrência de marcas chinesas adotando regimes de importação de veículos desmontados.
Pontos principais
- Montadoras tradicionais no Brasil estudam a implementação dos regimes CKD e SKD.
- A estratégia visa mitigar o impacto da alta carga tributária sobre a importação de veículos prontos.
- O movimento é uma resposta ao aumento da competitividade gerado pela entrada de novas marcas chinesas no mercado local.
- Os sistemas permitem maior flexibilidade logística e otimização dos custos operacionais para as empresas instaladas no país.
Diante de um mercado automotivo cada vez mais competitivo, montadoras tradicionais instaladas no Brasil estão reavaliando suas estratégias de produção. A adoção dos regimes de importação CKD (Completely Knocked Down) e SKD (Semi Knocked Down) surge como uma alternativa para enfrentar a elevada carga tributária que incide sobre a importação de veículos prontos. Ao importar componentes para a montagem final em território nacional, as fabricantes conseguem maior flexibilidade logística e uma otimização significativa dos custos operacionais. Essa mudança de postura é impulsionada pela pressão exercida por novas marcas chinesas, que têm ganhado espaço no país com preços agressivos. A transição para esses modelos de montagem busca equilibrar a competitividade das empresas tradicionais frente aos novos players, garantindo a sustentabilidade de suas operações locais em um cenário de margens pressionadas e demanda volátil.
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